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Arquivo de julho, 2010

Memória …

30, julho, 2010 1 comentário

Originalmente este post seria sobre a Avianca, uma empresa aérea ainda pouco conhecida no Brasil … mas como eu ia citar um post anterior sobre a Trip, resolvi procurar o post… e onde estava? Pois é, a memória pregando uma peça!

Então vamos, antes de tudo, fazer o post sobre a Trip!

A Trip é uma pequena empresa (pelo menos perto da GOL e TAM), caracterizada por voar para muitas cidades de médio porte. Basicamente a idéia deles, acredito eu, é de chegar até destinos não servidos pelas grandes empresas, ou oferecer rotas mais interessantes para parte do público. Por exemplo, se você vai do ponto A ao B, com outra empresa isto pode só ocorrer de madrugada, ou envolver uma escala no ponto C, já com a TRIP você vai direto, ou sem trocar de avião, ou em um horário mais razoável.

Para voar direto, e também pela minha curiosidade sobre como deveria ser voar em um avião bimotor, resolvi pegar um avião da Trip para Ribeirão Preto. Na fila ouvi alguns comentários sobre o avião não ter turbinas, o que aconteceria se ele tivesse uma pane e coisas do gênero. Pessoalmente acho mais provável o piloto conseguir pousar um avião deste tipo do que um Boing ou um Airbus, até mesmo por ser menor (mais fácil de achar um local de pouso). Além disto, é legal poder ver a hélice girando!

Evidentemente o avião não caiu, caso contrário eu não estaria aqui escrevendo este bando de abobrinhas, mas algumas coisas me chamaram atenção. Uma delas foi a diferença no atendimento.

Vale dizer que a primeira impressão não foi das melhores, pois eles tinham (aparentemente) marcado duas pessoas para a mesma poltrona. E eu era uma delas! Como eu já estava sentado (rs) e como tinha 1 poltrona vazia, não tivemos maiores problemas. Aliás, muito tempo depois fiquei sabendo que antigamente os aviões não tinham lugares marcados, o que gerava uma grande correria assim que as portas abriam, algo como era pegar a transferência para a Linha 2 em horário de rush (eu jurava que tinha escrito sobre isto também! Eta memória!),

Mas, foco! (nota mental: incluir post sobre foto, tem uma propaganda que demonstra isto muito bem)

E como tradicionalmente ocorre em algum momento do voo, anunciaram que seria servido o lanche. Qualquer pessoa que voa com alguma frequência sabe o que isto quer dizer: saco de amendoim, barrinha de cereal OU goiabinha. Aliás, uma coisa que eu consegui prever: a Gol passou a oferecer como “refeição” a goiabinha no lugar da barrinha de cereal, logo assim que a Bauduco lançou o seu produto. Como eu adivinhei? Simples, é mais barato! E aí veio a surpresa. Num bimotor resolveram servir a comida de antigamente! Valeu até uma foto!

As porções são pequenas, mas isto é um avião! E deu gosto de ver que se preocuparam em ter um sanduíche, uma sobremesa e frutas.

Nos vôos de volta (sim, pela TAM tinha escala) o lanche também foi melhor do que os tradicionalmente apresentados pela Gol, mas sem tantos requintes.

Interessante como um pequeno gesto, um pequeno lanche, algum detalhe qualquer, pode fazer com que o cliente passe a considerar um fornecedor como melhor prestador de serviço. Basicamente a TRIP deu umas frutinhas e um docinho a mais, enquanto que a TAM forneceu um lanche quente. Possivelmente o lanche ser quente traga mais problemas logísticos e saia mais caro, mas achei a proposta da TRIP mais interessante. Além, é claro, do sanduíche não ficar colando no papel!

Orange: eles são criativos mesmo

29, julho, 2010 2 comentários

Comentários no meu blog solitário são raros. Comentários de pessoas que não conheço são mais raros ainda. Por isto, e por realmente achar que a Orange sabe fazer comerciais legais, vai ai mais um deles. Desta vez da Romênia.

Pena que as pessoas não tomam iniciativas de ajudar os outros tão facilmente.

PS: As mulheres devem ter achado o comercial bem fofo.

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Não era sagrado?

28, julho, 2010 1 comentário

A notícia varia um pouco de acordo com a fonte da notícia (O Globo, Folha, Diário de Cuiabá), mas basicamente o que se conta é o seguinte:

O Consórcio Águas da Pedra está construindo uma usina hidrelétrica no noroeste do Mato Grosso. Tudo ia muito bem, com as obras em adiantado estágio, quando cerca de 300 índios resolveram invadir a obra. Teriam alegado que a área alagada era sagrada, pois tinha um cemitério indígena.

A minha ignorância sobre as crenças das diversas tribos brasileiras não permite discutir isto. Algo em minha mente diz que esta alegação (cemitério indígena ser terra sagrada) já foi feita antes. Além disto, me parece algo razoável.

Logo pensei: os índios vão pedir para não alagar o cemitério, transferir o cemitério ou qualquer coisa do gênero. A construtora se ferrou, pois vai ficar sem concluir a obra por causa de um cemitério indígena que não conhecia, esperando a decisão de um processo judicial que levará décadas para terminar… além, é claro, de por que diabos os índios só estão reclamando agora? Qual o motivo de não terem reclamado antes?

Ledo engano! Os índios pediram foi compensação. Algo como estradas para as aldeias, formação de professores indígenas, médicos etc.

E parece que a empresa não tinha entregue o Plano Básico Ambiental (PBA) no prazo. Com isto, os índios ficaram sem saber quais seriam as compensações pela obra, e resolveram invadir a mesma. Veja no site da FUNAI.

Ou seja, aparentemente a empresa estava sim errada, uma vez que não entregou a documentação em dia, o que gerou um problema de comunicação e a invasão dos índios. Aliás, dizem que foi – pelo menos para uma invasão – ordeira.

Mas a área não era sagrada???

Duas coisas:

i) Ao contrário de muito “homem civilizado”, os índios parecem aceitar a idéia de compensação. Nestes muitos entram alguns ambientalistas e defensores de impossibilidade de remoção de favelas, que acreditam que árvores e pessoas sem posses são intocáveis, não importa se vai se derrubar uma árvore e plantar 100, ou se a pessoa será removida para uma casa melhor, em local com boa infraestrutura.

ii) Índio sabe lutar por seus direitos, cara pálida!

Tensão

27, julho, 2010 Sem comentários

Digamos que alguém te pede para digitalizar um documento. Como você tem uma multifuncional, é tarefa simples… mas quando trocou a placa mãe do micro (ou ela estava queimada ou a placa de vídeo estava, na dúvida você resolveu comprar uma placa mãe com vídeo on board), desconectou todos os cabos e, evidentemente, depois só ligou os importantes …

Lá vai você, tranquilo, ligando o cabo USB no micro quando ouve o barulho das ventoinhas parando e o micro apaga…

Você pensa:

i) Pqp, lá se foi minha placa mãe novinha?

ii) Pqp, meu micro inteiro foi pro sac…?

iii) Será que eu fiz o backup de todos os dados?

iv) Backup? O que é isto?

Bem, felizmente foi só o cabo de força que desconectou, mas é melhor eu fazer o backup!

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Propaganda Inteligente

7, julho, 2010 1 comentário

Uma propaganda inteligente nem sempre é aquela que descaradamente fala sobre um produto. Muitas vezes a função da propaganda é vender a marca, como algo legal e atual, e não vender um produto ou serviço em si.

De qualquer forma, propagandas legais, bem pensadas, engraçadas ou que tenham outras características que agradem ao público possuem uma grande vantagem atualmente: os próprios potenciais clientes divulgam a propagando.

Tudo bem que, vez por outra, quem vê e divulga a propaganda nem pode consumir o produto ou serviço, como sou eu com a propaganda abaixo. Mas tudo bem, se algum dia a Orange vier para o Brasil, vamos lembrar que pelo menos propagandas eles sabem fazer!

E viva a Internet!