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Arquivo da Categoria ‘Tecnologia’

Tensão

27, julho, 2010 Sem comentários

Digamos que alguém te pede para digitalizar um documento. Como você tem uma multifuncional, é tarefa simples… mas quando trocou a placa mãe do micro (ou ela estava queimada ou a placa de vídeo estava, na dúvida você resolveu comprar uma placa mãe com vídeo on board), desconectou todos os cabos e, evidentemente, depois só ligou os importantes …

Lá vai você, tranquilo, ligando o cabo USB no micro quando ouve o barulho das ventoinhas parando e o micro apaga…

Você pensa:

i) Pqp, lá se foi minha placa mãe novinha?

ii) Pqp, meu micro inteiro foi pro sac…?

iii) Será que eu fiz o backup de todos os dados?

iv) Backup? O que é isto?

Bem, felizmente foi só o cabo de força que desconectou, mas é melhor eu fazer o backup!

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Propaganda Inteligente

7, julho, 2010 1 comentário

Uma propaganda inteligente nem sempre é aquela que descaradamente fala sobre um produto. Muitas vezes a função da propaganda é vender a marca, como algo legal e atual, e não vender um produto ou serviço em si.

De qualquer forma, propagandas legais, bem pensadas, engraçadas ou que tenham outras características que agradem ao público possuem uma grande vantagem atualmente: os próprios potenciais clientes divulgam a propagando.

Tudo bem que, vez por outra, quem vê e divulga a propaganda nem pode consumir o produto ou serviço, como sou eu com a propaganda abaixo. Mas tudo bem, se algum dia a Orange vier para o Brasil, vamos lembrar que pelo menos propagandas eles sabem fazer!

E viva a Internet!

Solucionando o Cubo Mágico

3, junho, 2010 Sem comentários

O cubo mágico sempre foi ligado aos nerds. Basicamente as pessoas acham que cubo mágico é coisa de nerd, o que faz com que um “nerd de verdade tenha que solucionar tais cubos”, sob pena de virar motivo de risos das pessoas que não conseguem compreender que as duas coisas não estão diretamente relacionadas.

Pois bem, um desses caras deve ter ficado realmente revoltado com as gozações:

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Doce Telegrama

21, março, 2010 4 comentários

Antigamente muito utilizado, o telegrama praticamente perdeu seu uso com a adoção das novas tecnologias. Apesar de ser chute, acho que desde a popularização do telefone o telegrama já vem perdendo o seu poder. Afinal de contas, enquanto competia com a carta o telegrama ganhava em velocidade, mas como competir com algo mais rápido, fácil e barato?

Pois é, nos últimos tempos eu só vi telegramas sendo enviados quando as mensagens eram realmente formais, como chamada de concurso público, parabéns pelo casamento ou pêsames.

No entanto, os portugueses me surpreenderam com um novo tipo de telegrama. Se lançarem isto por aqui, o que vai ter de gente querendo receber um…

Chocotelegram

A Teoria da Aleatoriedade Jurídica

2, março, 2010 1 comentário

Dado o fato da Sarita ter escrito que desconhece ser a Teoria da Aleatoriedade aplicável à área jurídica, caberá a mim esclarecer a sua aplicação. (e sim, falando como se estivesse dando aula, como ela tanto adora… rs).

Somente para nivelar o conhecimento, a Teoria da Aleatoriedade prevê que certos fatos são aleatórios, ou seja, não podem ser previstos. Sobre isto, um livro muito interessante é o O Andar do Bêbado: Como O Acaso Determina Nossas Vidas.

Pois bem, como tal teoria pode ser aplicável à Ciência Jurídica?

Antes, uma pequena história!

Certa vez, um bom tempo atrás, um estudante de engenharia, implicando com um colega que havia desistido da nobre carreira para seguir estudando em uma Faculdade de Direito, falou que todos os advogados, juízes e o que mais existisse na área jurídica era dispensável. Eles seriam, em breve, facilmente substituídos por um programa de computador. Afinal de contas, tudo era muito simples, era questão de lógica!

Se em um caso real (ou concreto, para os advogados) algumas coisas (fatos) ocorressem, a solução prevista na lei era uma. Assim, todas as vezes que estivessem satisfeitos os requisitos para a aplicação de uma determinada regra, o sistema iria indicar exatamente qual a decisão.

Ou seja, para matar alguém a pena é de x.

Brilhante idéia, mas será que é assim que funciona? E se for em legítima defesa? Bem, aí você pode colocar um if excluindo esta possibilidade.

E se existirem condições que tornem mais ou menos reprováveis o “matar alguém”? Bastaria incluir no programa também! O mesmo acontecendo para quando o autor da ação fosse uma pessoa boa ou má.

Apesar de tal programa ser o sonho das pessoas que desejam um Poder Judiciário mais rápido que um fast food, ou caçoar de um ex-colega, evidentemente que não possui aplicabilidade prática, quer por não ser possível prever todas as variáveis existentes, quer por ser plenamente questionável se fixar tudo em lei (Napoleão tentou isto, mas não deu muito certo).

Ou seja, a Ciência Jurídica não é um mero “causa e efeito”, o “se a, b e c” não implica, necessariamente, em um d.

Estudemos então uma área com farto material, o qual facilitará a comprovação da nossa tese: as decisões judiciais.

Por exemplo, quanto vale a inclusão do nome de uma pessoa em cadastros restritivos de crédito?

Façamos uma pesquisa na Jurisprudência das Turmas Recursais Cíveis do TJERJ , procurando por “indevida e SPC e dano moral”. Os dez primeiros resultados apontam os seguintes valores:

2009.700.069746-1 : R$ 0,00
2009.700.070010-1 : R$ 6.000,00
2009.700.070503-2 : R$ 3.000,00
2009.700.070787-9 : R$ 5.000,00
2009.700.071317-0 : R$ 8.000,00
2009.700.072462-2 : R$ 5.000,00
2009.700.072483-0 : R$ 15.000,00
2009.700.072755-6 : R$ 3.500,00
2009.700.007301-5 : R$ 5.000,00
2009.700.073464-0 : R$ 4.000,00

Ah, mas você poderá me dizer: aí não vale, os casos são muito diversos. Um pode ter sido incluído por ter um cheque sem fundo e outro por não ter pago a conta de luz. Dá para refinar mais a regra.

Ok, vamos então para um caso mais padronizado. O aposentado é descontado de um empréstimo consignado, o qual alega não ter feito. Vejamos os valores:

2009.700.070957-8 : R$ 3.500,00
2009.700.032583-1 : R$ 2.000,00
2009.700.035341-3 : R$ 2.500,00
2009.700.037127-0 : R$ 5.000,00
2009.700.037279-1 : R$ 3.000,00

Observação importante: uma mesma Juíza foi relatora dos 3 últimos recursos, sendo que os 2 últimos foram julgados no mesmo dia. Evidentemente que cada caso é um caso, merecendo indenização diferente (o que é verdade e totalmente procedente). Contudo, é evidente que os valores das indenizações não seguem um padrão aparente.

Ou seja, aparentemente não existe uma regra de fixação dos valores das indenizações, e que elas podem variar de acordo com a linha de pensamento de cada juiz, seu humor no dia, como as partes se comportaram na audiência, a competência e inspiração do advogado … todos fatos que nenhuma relação possuem com o que ensejou a indenização em sí.

Esta variação nos montantes indenizatórios é a aleatoriedade jurisprudencial quantitativa. Mas também temos a aleatoriedade jurisprudencial qualitativa, que vem a ser quando decisões judiciais possuem sentido contrário para um mesmo tipo de caso.

Quem nunca ouviu falar em juiz “favorável” ao consumidor e juiz “contrário” ao consumidor? Que uma pessoa teve sorte enquanto a outra teve azar na distribuição do processo? Claro que isto pode ser justificado por serem julgadores diferentes, mas, mesmo assim, para a pessoa que ingressou em juízo, o que importa é a decisão!

Ademais, um mesmo Tribunal pode proferir decisões antagônicas. Tanto é assim que a legislação prevê, por exemplo, os Embargos de Divergência.

E o que dizer dos casos que os mesmos julgadores decidem um caso de uma forma e outro de outra? Você, um dos meus 3 leitores (será que ainda os tenho?), poderá me dizer: mas é claro, se mudam os fatos muda a decisão! Mas veja o seguinte:

Ext 855 – Norambuena: crime político x terrorismo

Em 26 de agosto de 2004, o Plenário do Supremo concedeu a extradição (Ext 855) de Maurício Hernández Norambuena, com a condição de o Chile trocar as duas penas de prisão perpétua a ele impostas naquele país, por pena de prisão temporária de, no máximo, 30 anos, em respeito à vedação constitucional de prisão perpétua no Brasil. O julgamento foi relatado pelo ministro Celso de Mello e representou uma mudança de entendimento em boa parte das extradições, porque a partir dele o Supremo passou a permitir a entrega dos condenados à prisão perpétua ou pena de morte com a ressalva de que a pena seja modificada para ter correspondência com a lei penal brasileira. Antes desse julgamento, os condenados simplesmente não eram entregues. Ao deferir o pedido de extradição do Chile, o ministro Celso de Mello afastou a hipótese de motivação política dos crimes cometidos por Norambuena: para ele, foram crimes comuns.

Pois é, o STF mudou o entendimento sobre a possibilidade de extradição em caso de pena de prisão perpetua. E, convenhamos, quando a modificação de entendimento ocorrerá? Por que uma questão foi julgada pela última vez de uma certa forma, para logo em seguida os julgadores decidirem de maneira diversa? Isto é a aleatoriedade aplicada à Ciência Jurídica.

O mais incrível é que algumas pessoas podem concordar com a explicação dada, outras não. Pois é, o mundo é aleatório! rs ;)

Consumidor x empresa

2, setembro, 2009 1 comentário

Imagine a seguinte situação: você vai viajar de avião com sua banda, despacha seu violão e ele chega todo arrebentado do outro lado. Após reclamar diversas vezes com a empresa, e sempre receber um não como resposta, você pode:

i) ingressar com uma ação na Justiça (que está superlotada) e tentar que eles lhe pagem um violão novo mais um trocado de danos morais;
ii) deixar tudo para lá; ou
iii) ser criativo, ficar famoso e ganhar dinheiro para comprar vários outros violões…

Pois é, tem gente que é inteligente. Quer ver?

Consta que a United já ofereceu uma boa nota para tirarem o vídeo do ar… rs

De volta ao meio rural?

30, agosto, 2009 1 comentário

No campo é muito comum a troca de produtos entre vizinhos. Se eu tenho um rebanho de vacas leiteiras e você é um horticultor, por que não trocarmos uma pequena parte das nossas produções? Assim você consegue leite e derivados para seus filhos, eu recebo as verduras necessárias para melhorar a alimentação de minha família. Além disto, a necessidade aproxima as pessoas, que passam a trocar dias de trabalho, se juntam para melhorar a estrada (de terra), levar as crianças para o colégio…

Pois bem, um diálogo e um pedido:

- Você mandou um patinho?
- Não, acho que mandei um bode. P q?
- Eu tinha pedido para você mandar um pato!
 
 + Amanha me da um coelho e uma galinha?
 
Conversas rurais?
Não, Farmville do facebook.
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Como fazer um clip?

22, julho, 2009 1 comentário

Vendo o clip do post abaixo fica evidente o que a tecnologia pode fazer. Afinal de contas, como fazer um clip com pessoas dançando na parede sem os modernos recursos da computação gráfica?

Bem, tem coisas que só vendo para acreditar!

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